Se tem uma coisa que me incomoda profundamente é hino de auto-ajuda! E hoje em dia é moda.. Todo dia aparece um ‘single’ novo e o povo aaama!! #OMG
Em alguns eles declaram que não querem mais humilhação, que querem exaltação, outros clamam por uma quase “vingança” aos que não ajudaram na hora da dificuldade e outros que dizem para não pararmos de lutar, o que em certo ponto eu até concordo, afinal ser cristão nesse mundo e buscar fazer a vontade de Deus, realmente é uma guerra, mas uma guerra espiritual.
O que não concordo é com quem transforma essa guerra em uma guerra pessoal, em uma constante batalha com o próximo (é, aquele mesmo que Deus ensinou que devemos amar como a nós mesmos).
Alguns cantam essas músicas (porque não dá pra chamar de louvor) com ódio no coração, com aquela sede de “dar o troco” em alguém que possa ter errado. Pegam esses versos e cantam como se fossem os mais injustiçados dos mortais!
PERAÍÍ!!! Nossa luta é contra quem mesmo???
“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” (Efésios 6:12)
Nossa guerra é contra nós mesmos, todos os dias, tentando fechar as brechas que estamos deixando abertas dando oportunidade para o inimigo agir.
A luta é dar amor quando recebemos ingratidão, rejeição, ofensa, quando somos escarnecidos; A luta é perdoar de todo coração e não sentir o orgulho ferido; A luta é deixar Deus cuidar da ferida e não lutar com as próprias mãos; A luta é assumir o erro ou lembrar que também erramos; É orar pedindo a Deus mais amor e graça para agirmos com quem nos feriu; A luta é ser tolerante tanto quanto queremos que os outros sejam tolerantes conosco. A luta é matar o EU e deixar Cristo agir através de nós.
Você acha que já sofreu muito?
No livro de Hebreu tem um recadinho pra você:
“Porque na luta contra o pecado vocês ainda não tiveram de combater até à morte” (Hebreus12:4)
Você acha que já foi humilhado demais?
“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3)
Você quer ser exaltado? Nas palavras da Diaconisa Camila: PARA DE PALHAÇADA!!
Sua maior exaltação está em fazer a obra do Reino, está em morar no Reino de Deus.
Sua exaltação tem que ser a alegria de ver vidas sendo salvas em Cristo. Jogue esse orgulho, abra os olhos para a verdadeira mensagem do evangelho: O AMOR!
Por amor Deus não desistiu de nós; por amor Ele enviou seu filho pra nos salvar; por amor Jesus se entregou na cruz; por amor Ele ressuscitou dentre os mortos; e POR AMOR Ele vai voltar pra buscar seus verdadeiros adoradores.
“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.
Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” (João 4:23-24).
Conselho do dia: Reflita antes de cantar tudo que lhe é apresentado, não é só porque é “Gospel”, que é bom... Aprenda a peneirar!
Beeijos e mais uma vez, obrigada pela atenção! Babih
Ps: Charge do queridíssimo @JasielBotelho (http://jasielbotelho.blogspot.com/)
Dia desses, eu vivi duas situações parecidas e ao mesmo tempo distintas. Ambas serviram para me fazer refletir sobre aquela velha questão que “aflige” certas mulheres (e ultimamente muitos homens também!): a idade!!! oOOo
Bem, estava eu, linda e bela, executando alguns dotes domésticos (acreditem, eu tenho dotes domésticos!) quando comecei a ser indagada sobre minha idade por uma criaturinha de 7 anos. Conversa vai, conversa vem, seguiu-se o diálogo:
- Tia, mas você tem quantos anos?
(Eu, até então bem resolvida, respondi):
- Tenho 25. (!!!)
(O espanto na cara dela me desmontou. E ela continuou):
- Puxa vida tia, minha mãe tem 24, é mais nova que você e já tem filha. Você nem pode ter mais filho né, já tá velha. (#CriançaMá)
FRUSTRAÇÃO TOTAL!!! Foi isso que senti, pelo menos naquele momento. Com o tempo fui voltando ao meu estado normal de aceitação temporal.
Vou confessar que na hora que ouvi a resposta eu pensei em várias respostas ou argumentos para não ficar por baixo, mas escolhi o silêncio, assim não corri o risco de ter que explicar uma situação delicada. E pra que, afinal era só um momento de crise de idade. Realmente, o silêncio foi melhor.
Voltando... À noite, saí com uns amigos e de repente me vi conversando com uma pessoa querida, mas não tão íntima e o diálogo foi o seguinte:
- Mas quantos anos você tem Babih?
- Ah, 25.
Ela fez cara de surpresa e eu esperando mais um comentário desagradável com cara de paisagem, daí ela solta:
- Nossa, pensei que tivesse 18.(#RacheiDeRir)
Nesse momento meu ego recebeu uma massagem relaxante, mas eu mantive a pose e ri (muito) porque sei que não é pra tanto assim!
Bom, frustrações e satisfações a parte, a questão que me fez escrever esse texto foi: Eu não sou velha!! Brincadeira. Rsrsrs’... A questão foi: Como saber/sentir a verdadeira idade? Porque às vezes temos uma idade cronológica e por dentro sentimo-nos com mais ou menos idade.
Eu tenho 25, mas não tenho a sensação de faltar apenas 5 anos para completar os 30 e também não vivo por aí como uma garota de 17 (nem sempre! rsrs'). Eu apenas me sinto bem! Resolvida! Com 25 hoje, 20 ontem, 28 amanhã. Sentimentos de uma mulher de 25, algumas respostas de uma adolescente de 25, responsabilidades de uma jovem de 25. Tudo assim bem misturado.
Vejo garotas da minha idade que já se entregaram a vida de uma senhora e vejo senhoras de 45, 50 anos desfrutando de tudo que a juventude pode oferecer, sem Síndrome de Peter Pan, apenas vivem, intensamente. Isso transparece não só no físico (afinal, tem gente que tem 30 que aparenta ter 30), você percebe no jeito, no sorriso, na maneira de agir, no modo de encarar a vida e por aí vai.
Quando me imagino com 60 anos não me vejo sentada na cadeira de balanço, fazendo tricô e entregue aquela vidinha monótona (e olha que eu gosto de cadeira de balanço, mas não como estilo de vida), eu quero sentir a vida aos 60 anos ou enquanto eu estiver vivendo (seja com mais ou menos de 60). Quero viajar, descobrir, rir, chorar, aprender, ensinar e tantas outras coisas. Pode ser que aos 60 o pique não seja o mesmo que aos 25, mas a vida segue e cada um dá o ritmo que deseja à sua.
Concluí nisso tudo, que não sei o porquê da idade cronológica às vezes ser diferente do que sentimos e blábláblá... Só sei que, como diria o escritor português, Vergílio Ferreira: "Foi bom ter nascido. Foi bom não ter acabado ainda de nascer", a vida começa todos os dias e o mais importante não é a data do seu RG e sim o que você faz com os dias que passam...
Ah, e 2 conselhos que eu dou (se é que eu posso fazer isso... Ah, posso sim, o blog é meu! rsrs'), lá vai:
1º Crianças são sinceras, mas não as leve tão a sério elas não tem muito discernimento! rsrs' (Experiência própria!)
2º Viva com excelência, independente da sua idade. Simplesmente viva, dia após dia.
Beeeijos e obrigada pela atenção,
Babih.
PS: E pra quem não entendeu: É, eu tenho 25 anos mesmo!! OMG! rsrs'
Quem é você? Difícil responder a essa pergunta. Eu acho que a resposta encontra-se dentro de cada um de nós, ou pelo menos deveria estar.
É comum a gente definir alguém primeiramente pelo que vemos, pelo que ouvimos dizer e por aí vai... Até realmente conhecer essa pessoa.
A minha verdade é que não sei me definir, não sei com exatidão como cheguei onde estou e nem onde quero chegar.
Que me desculpem os letrados, que me desculpem os senhores do conhecimento, mas não viajei o mundo, não fui o número 1 da classe, deixeide concluir muitos projetos, me perdi no caminho, pedi direção, voltei atrás ecomecei novamente; senti medo, errei, quebrei a cara, me orgulhei de alguns de meus feitos e chorei com outros, me privei de desejos e me entreguei a algumas de minhas tristezas; não tenho nenhum diploma importante, nenhum pedaço de papel que me dê grandeza, mesmo que só no papel; não tenho sangue azul e nem brasão de família; não me sentei com reis e poderosos; não tenho sabedoria milenar e nem tenho beleza estonteante; sou branquela (e com orgulho!), sempre tive, e ainda tenho, altas discussões com meu corpo e meu cabelo, nunca fui escrava, mas trabalho, coisa comum, mas que me traz dignidade; não sou poliglota, não lutei pelo meu país (não em uma guerra propriamente dita.); conheço gente de todo tipo e de todo jeito; já vivi paixões avassaladoras e amores eternos de 1 mês.
Já fui (ou quis ser) filha, amiga, mãe sem nem engravidar, inimiga, heroína, mocinha, criança aos 25, mulher aos 11, chorei de alegrias e tristezas. Enfim, não tenho nenhum grande feito para que outros se orgulhem de mim. Mas tenho meus pequenos detalhes, que me fazem ser quem sou.
Lembro das brincadeiras, dos lugares que visitei; sinto o cheiro dos lugares que fizeram história em mim, vejo rostos familiares; me sinto em casa quando estou entre velhos e novos amigos... Ah, os amigos!! Destes sim e tenho orgulho! Alguns passaram, marcaram, se foram; outros permanecem, alguns surgem no caminho e se instalam de tal forma que parece que sempre estiveram por ali; amigos-família, que já nascem amigos. Amigos que me alegraram, que me ensinaram, que me ouviram; amigos que cultivei e cativei; amigos que me conquistaram. Aqueles que hoje não vejo como amigos é porque nunca foram, afinal, uma vez amigo, sempre amigo, mesmo que não tenhamos mais nada em comum, mas sempre existirá o carinho, o respeito, a cumplicidade...
Entre amigos os erros e atropelos vem acompanhados do perdão; as tristezas encontram um ombro acolhedor e por vezes uma bronca bem colocada.
Meus amigos por vezes me mostraram meu talento, me mostraram o caminho, me ajudaram naquela prova, me apresentaram o amor da minha vida, estavam junto quando eu concretizava a maior de todas as mancadas; alguns confiaram seus segredos a mim, guardaram minhas confidências, mesmo quando não nos víamos com tanta frequência.
São esses amigos que me orgulham, cada um com seus defeitos, eles são minhas maiores conquistas.
Nenhuma pedra preciosa permanece intacta com o tempo, ela resiste ao tempo, mas acaba apresentando algumas deformações, alguns arranhões, mesmo assim não deixa de ser valiosa. Assim são meus amigos, podem ter surgido marcas e algum desgaste na nossa amizade, mas eles continuam sendo minhas pedras preciosas. E definitivamente, eles sabem quem eu sou, porque sabem que eu sou parte deles. Cada pedacinho de mim reflete um amigo que tenho e talvez seja por isso que eu não saiba me definir: Sou um todo, mas formado por várias partes singulares e diferentes.
Obrigada amigos, vocês fazem parte de quem eu sou! E eu amo muito tudo isso!
Sempre que escuto a expressão "Os olhos do Senhor", eu me lembro de uma musiquinha muito cantada na minha infância (o que não faz muito tempo diga-se de passagem! rs'). A música era basicamente o seguinte:
"Cuidado olhinho no que vê, cuidado olhinho no que vê, O Salvador do céu está olhando pra você Cuidado olhinho no que vê".
E assim continuava cuidado mãozinha onde pega, cuidado pezinho onde pisa. Por muito tempo sempre que ouvia essa música eu pensava em como Deus estava sempre alerta, me vigiando. Se eu fazia algo de errado então, nooossaa, quase via o dedo de Deus apontando pra mim, me condenando. Usando a imaginação consigo até comparar esse meu sentimento com o de Adão quando se escondeu de Deus quando percebeu seu erro, imagino até a serpente irônica cantarolando em seu ouvido: "Cuidado boquinha com o que come, cuidado boquinha com o que come, o seu Deus lá do céu está olhando pra você, cuidado Adãozinho com o que come". Comparações e brincadeiras a parte, eu me pergunto: Quando Deus passou a ser esse Deus opressor e acusador?
Hoje, (poucos) anos depois da tal musiquinha, eu entendo que é bom que Deus esteja de olho em mim. Que eu tenho sim que ter cuidado com o que eu vejo, porém não só porque Deus está me olhando, mas sim porque o que eu vejo pode me corromper; tenho que ter cuidado onde piso porque alguns caminhos podem me levar pra longe dos braços do Senhor; e tenho que ter cuidado com o que pego porque eu posso semear a semente errada e fazer frutificar frutos que eu não quero colher, entre outros inúmeros motivos... E sei que em qualquer dessas circunstâncias os olhos de Deus estarão sempre atentos a mim, mas não com um olhar acusador, mas um olhar de cuidado, de zelo, de ajuda, de amparo, um olhar de quem me ama e tem o melhor pra mim.
Não se pode ter medo de um relacionamento "olho no olho" com Deus. Acertando ou errando, devemos sempre olhar nos olhos Dele, pois é lá que está o caminho certo. Quando você foge desse contato é porque algo está errado, falta intimidade e sobre medo. Aconteceu isso com Adão e Eva, com Jonas e continua acontecendo com tantos outros que estão por aí, se escondendo (ou pelo menos tentando).
Devemos viver de tal modo que ao ouvirmos: "Os olhos do Senhor estão por toda parte", nós não tenhamos medo e nem aquele sentimento de opressão, muito menos achando que Deus é um controlador, mas que os olhos do Senhor sejam sinônimo de cuidado, carinho, benignidade, paz, amor, graça, salvação, ajuda e até mesmo de correção (porque não?!), mas da maneira certa, do jeito que só Deus sabe fazer... Afinal Ele também corrige a todos quanto ama!
Que ao olhar para nossa vida Deus possa apontar e dizer: Este é meu filho amado, em quem Eu tenho alegria.
Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável:
"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Hoje em dia a moda é processar, é falar com o advogado, quando o assunto é criança então, a onda é levar para conselho tutelar, secretaria de educação e tudo mais. Acho certo as pessoas procurarem ajuda quando se acham lesadas, ofendidas, usurpadas ou coisas do gênero. O que eu sou contra é o abuso que as pessoas fazem dos seus direitos. Vejo o quanto estão invertendo os valores para se vitimarem, para que possam tirar vantagem de todas as situações e se eximirem das responsabilidades que lhes cabem. Lembro-me da época em que as notas baixas dos alunos eram cobradas dos alunos e não dos professores; do tempo em que uniformes escolares eram pra serem usados sem contestação; dos dias em que o mau comportamento não era culpa da escola; essas coisas que acontecem no dia-a-dia das Instituições de Ensino e que são todas depositadas na conta de escola, pois os alunos e os responsáveis acham, aliás, não se acham na obrigação de cumprirem com os seus deveres. É muito mais cômodo jogar a culpa de tudo que vem acontecendo na escola. Eu fico a imaginar os filhos desses adultos. O que vai acontecer a eles? Serão adultos responsáveis que saberão assumir o erro e conserta-lo? Ou será que serão adultos ‘malandros’, que tentaram tirar vantagem de tudo e de todos, sempre com o lema ‘a culpa não foi minha’. Essa é a minha dúvida.
Que governantes terão o Brasil no futuro? Se hoje já não dá orgulho, o que vamos ver daqui a alguns anos? Qual será o conceito de responsabilidade que as crianças de hoje estão tendo? Qual será o conceito de direito e deveres que estão lhes passando? Não quero que volte o tempo da ‘palmatória’ e nem o de ‘ajoelhar no milho’, sou extremamente contra qualquer tipo de abuso, seja ele físico, psicológico, sexual, ou o que for, sou contra e ponto! Como eu já disse, acho que as pessoas devem procurar seus direitos sim, sempre que se sentirem abusadas. O que peço aqui é que cada um repense sobre os seus deveres. Que tirem suas conclusões e tomem suas atitudes sem inverter os papéis. A criança que recebe exemplos bons dentro de casa, crescerá como um adulto que respeita seus limites como cidadão, que honra suas palavras, que age com responsabilidade tanto para com o próximo quanto para o planeta. Adultos comprometidos e responsáveis são frutos de um aprendizado na infância. E sinceramente, construir meninos é bem melhor do que remendar ou consertar homens. Cada um tem o seu papel para vivermos melhor, para um bom desenvolvimento da sociedade e do mundo em que vivemos; o papel da escola é passar o conhecimento e não a educação.